11 dezembro 2008
Na Rua de Fernandes Tomás
10 dezembro 2008
09 dezembro 2008
07 dezembro 2008
04 dezembro 2008
Um caso excepcional, no caos urbanístico da cidade
Creio não cometer uma gafe se apostar que esta obra pouco se deve às demárches da CMPorto.
Para os cidadãos ficarem devidamente esclarecidos e não cometerem injustiças na apreciação que fazem da qualidade e quantidade dos trabalhos executados pela SRU (Porto Vivo), não seria importante para a própria Câmara colocar informação destacada (mas sóbria, obviamente) na fachada dos prédios que recupera, mesmo depois da obra concluída?
Depois, não podem queixar-se de só darmos relevo ao que não se faz.
03 dezembro 2008
02 dezembro 2008
Rua dos Bragas
Esta rua terá pouco mais de 200 metros de cumprimento. É uma pequena rua, portanto. Como já referi "coabita" com a antiga Faculdade de Engenharia, um edifício que merecia uma entourage bem mais cuidada, mas enfim... Contem as casas e digam-me se elas traduzem eficácia ou dinamismo da CMP na requalificação urbana da cidade.
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Santa paciência
01 dezembro 2008
30 novembro 2008
28 novembro 2008
27 novembro 2008
O híman que atrai gente ao Parque do Covêlo
Há quantas dezenas de anos estas ruínas estão aqui? Ao menos, rentabilizem-nas, inventem uma história qualquer para as tornar "interessantes".
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Imagem de marca
26 novembro 2008
Em breve, uma experiência
Brevemente, penso seleccionar uma rua ao acaso, que não seja demasiado grande, e fotografar todas as casas que se encontrem em adiantado estado de degradação. É uma forma diferente de avaliar o impacto da falta de dinamismo da Sociedade de Reabilitação Urbana. É um trabalho gigantesco, complicado, deve reconhecer-se, mas ao ritmo que está a ser feito, não dá para levar a sério, é quase uma provocação.
As fotos que aqui tenho apresentado não incluem algumas que mostram estar desabitadas há longo tempo mas que, ainda não estão completamente obsoletas, de contrário, o rol aumentava para mais do dobro.
25 novembro 2008
24 novembro 2008
Hai-Kai para o Outono
Outro Outono
no chão entre as folhas
sonhos de verão
(Ricardo Silvestrin)
Fim do dia
porta aberta
o sapo espia
(Alice Ruiz)
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Ar puro
Rua António Cândido II
Na Rua António Cândido
Esta "obra-prima" de bandalhice urbanística está patente na Rua António Cândido, no cruzamento com a Rua Joaquim Kopke e Cantor Zeca Afonso.
Se testemunhos preciso fossem, a "hera" trepadora está à vista de todos, conseguindo elevar-se do solo ao segundo piso e até penetrar pela janelas com vidros partidos para o interior do edifício.
Muito provavelmente, trata-se de mais um outro proprietário «anónimo», descansado, à espera que alguém lhe pague um Euromilhões, por esta ruína. O Estado, como sempre, nada decide sobre estas situações. É cumplíce.
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